Já faz algum tempo que terminei a série olimpianos,
mas não quis postar as resenhas em sequencia pra não ficar maçante. Mas o
motivo para não fazer esta, também foi porque eu estava meio deprê por tê-la
terminado. Até começar a série Heróis do Olimpo. (Obrigada tio Riordan). Bem,
mas vamos ao que interessa, pois hoje é sobre O Último Olimpiano, esse livro incrível, que quero falar.
A conclusão da série foi épica. Não imaginava que
ficaria grudada naquele livro, de tal forma que fiquei um dia inteiro sem
trabalhar direito, praticamente, curiosa de mais pra saber o que acontecia a
cada capítulo. Naquele momento, não importava, todos estavam com os nervos à
flor da pele e a percepção aguçada. Uma
batalha se aproximava, heróis foram perdidos e a sombra de um traidor estava à
espreita. Mais uma vez Riodan nos encantou com sua capacidade de interligar a
história antiga com fatos novos, além de criar conflitos que poderiam muito bem
fazer parte da história, se de fato isso fosse possível. É inegável a
capacidade do autor de nos manter grudados em cada palavra escrita, nos
forçando a esquecer de tudo, só pra saber o que irá acontecer a seguir.
Com relação aos personagens, me apaixonei ainda mais
por Percy e Anabeth; Grover e sua determinação, além de ter adquirido admiração
por uns que me tiraram do sério no decorrer da série. Thalia Grace e as caçadoras
merecem meu respeito, e Tyson mais uma vez confirma o meu carinho, ele é
simplesmente o melhor meio-irmão do mundo!Enfim, é impossível falar mais sem
soltar um spoiler.
O chão tremeu. Uma onda de indignação tomou conta de minha mente. Eu pensei que tinha ido longe demais, mas depois o tremor abrandou. No fundo da minha ligação mental, ouvi explosões subaquáticas e sons de gritos de guerra: Bramidos de Ciclopes, grito de tritões.– E Tyson está bem? – Eu perguntei.A questão parecia ter pegado meu pai de surpresa.Ele está bem. Fazendo muito melhor do que eu esperava. Embora "manteiga de amendoim” seja um grito de guerra bem estranho.
É impossível descrever o tamanho da minha admiração
pelo autor, e mesmo o livro sendo direcionado para o público infanto-juvenil, acredito
que grandes mensagens podem ser tiradas dele. Em especial deste. É interessante
a força de uma amizade e dos laços de confiança e amor. Mesmo quando o outro
comete um erro grave, sempre é possível se redimir de alguma forma. Erros
passados podem ser reparados e o orgulho em determinados momentos pode ser
relevado, ou simplesmente esquecido. E às vezes, coisas pequenas podem ser de
fato de grande valor, e o menor, e menos perceptível dos seres, o de maior importância.
Enfim, o livro é incrível, e como não poderia deixar
de ser, nos deixa um grande enigma no final, sendo o ponto de partida de uma
nova série, afinal, quem disse que o mundo ficaria salvo depois daquela batalha
sangrenta? E para nossa alegria (Obrigada mais uma vez, eu não me canso de agradecer
por isso) a continuação está indo de vento em poupa e eu mal posso esperar para
ler o resto dos livros da nova série que começou. Enfim a série é mais do que
recomendada. Uma constelação inteira pra ela.
Abraços,
Amanda Almeida
- terça-feira, novembro 27, 2012
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