- quarta-feira, abril 18, 2012
- 1 Comments
A série que vi com mais afinco no mês de março foi Once upon a Time (Era uma vez). A série
não conta apenas a história de um único personagem de contos de fadas, apesar
de que o enredo principal esta relacionado com a história de Branca de Neve, Príncipe
encantado e a rainha Má, mas também engloba a história de todos os personagens
que costumávamos ouvir nas histórias quando crianças. Princesas e príncipes,
fadas, duendes, anões, grilos falantes e meninos de madeira.
A série se inicia em um momento crucial, quando o príncipe
encantado vai em busca de Branca de Neve, e acontece aquele beijo de amor
verdadeiro capaz de ressuscitá-la. Para se vingar de tanta felicidade, a rainha
Má sai em busca de uma maldição, a pior de todas, mais negra e sombria, capaz
de acabar definitivamente com os finais felizes de todos. E assim ela o fez,
lançou a maldição, banindo todos os personagens de contos de fadas para o nosso
mundo, fazendo-os esquecerem quem eles eram, e deixando-os em um limbo, em que
o tempo não passava e nada acontecia de fato, e seus finais felizes ficariam
perdidos para sempre. Esse poderia ser o fim de todos os finais felizes se não
fosse por uma coisinha, Branca de Neve teve uma filha, e por meio dela a maldição
poderá ser quebrada. E esse é apenas o inicio da história.
Sou suspeita pra falar dessa série, pois sou
apaixonada por contos de fadas, mas essa série superou todas as minhas expectativas.
A forma como eles escrevem cada um dos episódios e interligam os contos que
conhecemos é fantástica, tanto que comecei a encarar cada uma das histórias
como parte de uma grande teia de aranha, em que cada fato e cada ponto esta
interligado. Outro aspecto interessante é a importância que os autores dão a
cada um dos personagens. Não ha personagens melhores do que os outros, obvio que
há personagens cuja história é mais retratada, contudo, como a disposição da série é que em cada episodio
a história de um personagem é contada, dessa forma, é possível perceber a importância
de cada um deles no desenrolar da trama. E cada Personagem tem importância vital.
E acima de tudo, as princesas possuem uma força extraordinária, misturada com delicadeza,
em especial a Branca de Neve. Pois quem achava que ela era uma princesa
delicada e indefesa, esta completamente enganado.
Para quem gosta de série com uma boa dose de fantasia
e aventura, eu recomendo e muito essa.
Abraços,
Amanda Almeida
- sexta-feira, abril 13, 2012
- 4 Comments
Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios
esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do
The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com
aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos,
ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade
humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles
dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua
identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.(skoob)
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.(skoob)
Já
tinha ouvido e lido muito sobre esse livro e a série, o que fez com que eu
criasse uma expectativa maior do que o normal para ler esse livro. E confesso
que não me decepcionei. O livro conta a história de Percy Jackson um semideus,
filho de Poseidon, e é narrada pelo próprio Percy. De uma forma inesperada e
muito perigosa ele descobre que é o filho do deus do mar, e com isso é levado às
pressas para o acampamento meio sangue, um lugar reservado para todos os filhos
e filhas dos deuses. Dessa forma, Percy percebe que não é um garoto normal (ele
já suspeitava disso, afinal seu histórico de explosões e seu problema de déficit
de atenção já demonstravam isso), mas ele também não era um semideus comum. Era
filho de um dos três grandes, o que faz de sua simples existência um grande
problema por conta de um juramento feito por Zeus, Poseidon e Hades, o que
fazia de sua simples existência um problema. Em meio a essas descobertas, o
raio de Zeus é roubado e com isso começa toda a aventura da história. Não irei
relatar mais quanto a história, do contrário essa resenha vai acabar se
tornando um spoiler, mas recomendo esse livro por alguns fatores: A história é
envolvente, cheia de ação e aventura, e uma quantidade interessante de
referencias a cultura Greco-romana, é cheia de momentos engraçados e para
completar tem um trio de amigos que nos cativa por serem tão incomuns: Percy o
filho de Poseidon, Grover um sátiro com problemas em sua alto confiança e
Anabeth, filha de Atena (deusa da sabedoria, e também alguém que tem um
desentendimento com Poseidon a alguns milênios.)
Um
livro mais do que recomendado, e para quem ainda não viu, há um filme, mas eu
recomendo a leitura prévia, pois a adaptação, ficou um pouquinho divergente do
livro.
Abraços,
Amanda
Almeida
- terça-feira, abril 03, 2012
- 2 Comments
Era
uma vez uma garota, como qualquer outra, mas ela era especial. Tinha o mundo.
Às vezes ela não acreditava nela mesma, mas esses momentos passavam rápido e
ela sempre recomeçava, e voltava a lutar pelo que queria. Certo dia, ela
conheceu uma criatura mágica, bela em sua maneira de ser, tão gentil que fez
com que seu coração fosse conquistado. E a cada vez que a criatura aparecia,
ela se sentia feliz. Mas, com o tempo, um vazio começou a crescer. Primeiro,
pequenino como um pontinho, entretanto, com o passar dos dias foi crescendo, e
se tornou cada vez maior. Por isso, um dia, a bela jovem deixou a bela criatura
partir, guardando em sua mente os momentos agradáveis que passaram juntos. Mas
nem por isso a bela ficou sozinha. Como disse, ela tinha o mundo, e nesse mundo
havia alguém que ela tinha deixado no passado, mas que ainda rondava os seus
pensamentos. Enquanto o arrependimento lhe tocava os sentimentos, ela se
preparava para enfrentar o mundo e tentar reescrever aquele pedaço do passado
que ficou confuso e desfocado. Só que, ela não esperava por uma intervenção;
algo inesperado aconteceu. Alguém comum, assim como ela, como qualquer outro,
do nada apareceu e tão repentinamente lhe roubou os pensamentos. Ela teve medo,
claro! Era tudo tão novo. Tão repentino, tão diferente, que a sua primeira
reação foi fugir, no entanto, aos poucos ela foi se libertando de seus medos, e
gradativamente ela percebeu que o vazio, quando ela estava com ele, não
existia. Ao contrário, ela se sentia livre, feliz, era ela mesma. Com isso ela
percebeu duas coisas: Criaturas mágicas não existem, e o passado não pode ser
desfeito, mas o presente... haaa o presente, é a chave para a construção de um
futuro que vale a pena ser vivido.
Por: Amanda Almeida
- sexta-feira, março 30, 2012
- 0 Comments


